domingo, 28 de setembro de 2014

Enigma do Autismo


AUTISMO

      Muito interessante!



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Autoestima nas crianças que possuem Dificuldades de Aprendizagem


Autoestima é o sentimento valorativo que a pessoa forma de sua própria personalidade em todos os seus aspectos: físicos, mentais e emocionais, ou seja, o quanto a pessoa está bem consigo mesma e quanto valor se atribui. Diante disso, é possível perceber que esse termo está intimamente ligado a outro: o autoconceito. O autoconceito é a informação ou opinião que cada um forma de si, de acordo com seus sucessos e fracassos. Dessa maneira, se uma pessoa está acostumada a ter sucessos e é reconhecida por eles, terá maior tendência a formar um autoconceito positivo e isso implicará em uma autoestima positiva também. Isso porque, se o autoconceito é a opinião sobre si, a autoestima é o sentimento decorrente dessa opinião.
A autoestima, porém, não depende somente dos sucessos ou fracassos de uma pessoa, juntamente com o reconhecimento dos mesmos, mas do quanto essa pessoa sente-se amada e valorizada pelo que é desde a infância, independente de suas condutas e comportamentos. Por isso é importante mostrar a uma criança que ela é amada e valorizada apesar dos seus erros, e que ela em si, é mais importante que seus comportamentos, bons ou ruins. Assim ela se sentirá segura o suficiente e terá mais chances de se tornar um adulto independente e com maiores chances de sucesso. Mostrar amor apesar dos erros e comportamentos ruins não significa reforçar tais comportamentos negativos ou deixar de educar e ensinar o que é certo; significa mostrar o erro, ensinar o certo e ainda assim continuar amando. É importante para as crianças entenderem que apesar de seus erros não perdem o amor dos pais e outras pessoas importantes para ela. Isso lhe dará confiança em seus julgamentos e ações, segurança na estabilidade dos sentimentos das pessoas, ensinará que não precisam esconder os seus erros e fingirem ser perfeitas para terem aprovação social e, por fim, poderão aprender a lidar com seus erros de forma positiva e adaptativa.
Contudo, crianças que possuem dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes, só recebem críticas dos professores e pais, o que acaba causando constrangimentos em sala de aula,comentários maldosos dos colegas e até castigos. Tal maneira de conduzir a situação, tanto vinda dos professores, como vinda dos pais, só aumentam as dificuldades da criança, pois além da real causa da dificuldade (que pode ser a nível pedagógico, psicológico ou cognitivo) ela terá mais essa situação aumentando seu bloqueio. Como mencionado, as dificuldades de aprendizagem podem ocorrer por diferentes motivos, e por isso é necessária uma avaliação profissional para encontrar a origem e tratar tal dificuldade.
É muito importante que a criança não seja confundida com sua dificuldade, o que infelizmente é bastante comum. Quando uma criança apresenta tais dificuldades, ela passa a ocupar o papel de problemática, de burra, de ovelha negra, entre outros. Com todos esses rótulos fica difícil superar qualquer coisa e ter uma alta autoestima. Com isso, ela acaba se tornando o rótulo, e nem ela e nem os adultos percebem que ela é muito mais do que aquela dificuldade apresentada. Não percebem que esse é apenas um aspecto dela, e que inclusive pode ser tratado e melhorado. Enxergar os pontos fortes e positivos da criança e reconhecê-la, ajuda a mesma a também se enxergar como tendo qualidades e talentos. Isso a ajudará a desenvolver a segurança exposta anteriormente e a fazer com que sua autoestima possa ser elevada, o que pode dar mais força em seu tratamento e/ou esforço para que consiga vencer suas dificuldades de aprendizagem.

Via www.facebook.com/jane.oliveira
https://www.facebook.com/neuropsicopedagogiaaprendizagem?ref=profile

domingo, 21 de setembro de 2014

Dislexia






Dislexia é uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração, que pode também ser acompanhada de outras dificuldades, como, por exemplo, na distinção entre esquerda e direita, na percepção de dimensões (distâncias, espaços, tamanhos, valores), na realização de operações aritméticas (discalculia) e no funcionamento da memória de curta duração. A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado. Não é uma doença e sim uma formação diferenciada do encéfalo que traz dificuldade na aprendizagem escolar, por dificuldade de decodificar os códigos que lhe são enviados durante o aprendizado.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

As escolas menos acessíveis do planeta


Em Lebak (Indonésia) ir para a escola e não cair no rio é um exercício bem difícil. Depois que o drama dos alunos ficou conhecido mundo afora, a siderúrgica PT Krakatau Steel construiu uma nova ponte.



Fotos: Reuters

Crianças são forçadas diariamente a atravessar uma ponte em condições bastante precárias para chegar à escola primária em que estudam em Pariaman (Indonésia). Os alunos precisam se equilibrar sobre cordas já que praticamente não há pedaços de madeira para apoiar os pés. A ponte sofreu severos danos em 2008 e ainda não foi consertada.



Fotos: Barcroft Media/Other Images

Aluna usa tirolesa sobre rio na Colômbia para não perder aula. O cabo tem 800 metros de extensão e no ponto máximo chega a 400 metros de altura.


 Divulgação/Christoph Otto

Meninas precisam passar por tábua em muro de forte do século XVI para chegar ao colégio no Sri Lanka.


Foto: Reuters

A única forma de chegar à escola é encontrar um espaço na carroça superlotada na periferia de Nova Délhi (Índia).


Foto: Reuters 

Um barco improvisado leva alunas a educandário em Cilangkap (Indonésia).


Foto: Reuters

Uma jornada arriscada por desfiladeiros até chegar a escola em Pili (China).


Reprodução/Twitter(Juan Carlos Moreno)

Alunos de escola primária em Rizal (Filipinas) cruzam um rio em pneu de caminhão usado como boia.


Foto: AP

Em Nova Délhi (Índia), circulam "ônibus escolares" que mais parecem gaiolas sobre rodas. O triciclo movido a pedal é capaz de levar dez crianças. O veículo foi inspirado no livro "O Calhambeque Mágico", escrito por Ian Fleming.



 Fotos: Barcroft Media/Other Images

http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2014/09/15/as-escolas-menos-acessiveis-do-planeta-549663.asp?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O+Globo

Enviado por Fernando Moreira - 
15.09.2014
 | 
09h45m







segunda-feira, 8 de setembro de 2014

De volta para casa


As Fases do Desenvolvimento Humano


Muito bom!É preciso viver cada dia como se fosse o único e amar á todos que estão a nossa volta como se não houvesse o amanhã.




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ler é preciso e é na infância que tudo começa!!

A literatura é a aliada criativa, divertida e essencial ao desenvolvimento infantil, desde os primeiros meses de vida. Por meio dela, as crianças descobrem mais sobre si, sobre o outro e o seu entorno.
Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP).
A criação literária parte sempre das lembranças e experiências diretas ou indiretas do indivíduo. Passagens importantes do dia a dia acabam transformando-se em lindos enredos.
Estimule seu filhos, as crianças em sua volta, nas escolas a lerem histórias em que o autor deixa explícito que ele está contando as suas próprias lembranças.
  • Proponha situações inovadoras, que estimulem a criatividade.
Por meio da literatura, as crianças também começam a entender e reconhecer os ambientes onde as histórias acontecem e, paralelamente, ter um contato maior com o seu entorno. A prática de contar e recontar histórias é o primeiro passo para essa apropriação. 
  • Por isso, estimule-os a descrever os cenários. Supondo que a criança está contando uma história de piratas, peça a ela, durante a narrativa, que dê detalhes de como é o navio, a ilha onde ancorou, como está o mar. 
A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.
Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos.
Também é importantíssimo incentivar a leitura em casa, comprando livros, empestando na biblioteca ou na escola, de amigos e isso fará com que a criança tenha gosto pela leitura cada vez mais.
Ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo.

Segue um site onde você poderá adquirir Livros de diferentes temas, formas e um valo acessível.
www.todolivro.com.br



http://www.desenvolvimento-infantil.blog.br/ler-e-preciso-e-e-na-infancia-que-tudo-comeca/

http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/importancia-leitura-521213.shtml

terça-feira, 22 de julho de 2014

Deficiência Intelectual


A Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento AAIDD, caracteriza-se por um funcionamento intelectual inferior à média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), que ocorrem antes dos 18 anos de idade.
No dia a dia, isso significa que a pessoa com Deficiência Intelectual tem dificuldade para aprender, entender e realizar atividades comuns para as outras pessoas. Muitas vezes, essa pessoa se comporta como se tivesse menos idade do que realmente tem. A Deficiência Intelectual é resultado, quase sempre, de uma alteração no desempenho cerebral, provocada por fatores genéticos, distúrbios na gestação, problemas no parto ou na vida após o nascimento. Um dos maiores desafios enfrentados pelos pesquisadores da área é que em grande parte dos casos estudados essa alteração não tem uma causa conhecida ou identificada. Muitas vezes não se chega a estabelecer claramente a origem da deficiência. Entre os inúmeros fatores que podem causar a deficiência intelectual, destacam-se alterações cromossômicas e gênicas, desordens do desenvolvimento embrionário ou outros distúrbios estruturais e funcionais que reduzem a capacidade do cérebro. 


Síndrome de Down 
Alteração genética que ocorre na formação do bebê, no início da gravidez. O grau de deficiência intelectual provocado pela síndrome é variável, e o coeficiente de inteligência (QI) pode variar e chegar a valores inferiores a 40. A linguagem fica mais comprometida, mas a visão é relativamente preservada. As interações sociais podem se desenvolver bem, no entanto podem aparecer distúrbios como hiperatividade, depressão, entre outros. 

• Síndrome do X-Frágil 
Alteração genética que provoca atraso mental. A criança apresenta face alongada, orelhas grandes ou salientes, além de comprometimento ocular e comportamento social atípico, principalmente timidez. 

• Síndrome de Prader-Willi
O quadro clínico varia de paciente a paciente, conforme a idade. No período neonatal, a criança apresenta severa hipotonia muscular, baixo peso e pequena estatura. Em geral a pessoa apresenta problemas de aprendizagem e dificuldade para pensamentos e conceitos abstratos. 

• Síndrome de Angelman 
Distúrbio neurológico que causa deficiência intelectual, comprometimento ou ausência de fala, epilepsia, atraso psicomotor, andar desequilibrado, com as pernas afastadas e esticadas, sono entrecortado e difícil, alterações no comportamento, entre outras. 

• Síndrome Williams 
Alteração genética que causa deficiência intelectual de leve a moderada. A pessoa apresenta comprometimento maior da capacidade visual e espacial em contraste com um bom desenvolvimento da linguagem oral e na música. 

• Erros Inatos de Metabolismo (Fenilcetonúria, Hipotireoidismo congênito etc.) Alterações metabólicas, em geral enzimáticas, que normalmente não apresentam sinais nem sintomas sugestivos de doenças. São detectados pelo Teste do Pezinho, e quando tratados adequadamente, podem prevenir o aparecimento de deficiência intelectual.

A Deficiência Intelectual não é uma doença, mas uma limitação. A pessoa com Deficiência Intelectual deve receber acompanhamento médico e estímulos, através de trabalhos terapêuticos com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais pedagogos e psicopedagogos. 
De forma geral, a pessoa com Deficiência Intelectual tem, como qualquer outra, dificuldades e potencialidades. Seu acompanhamento consiste em reforçar e favorecer o desenvolvimento destas potencialidades e proporcionar o apoio necessário às suas dificuldades garantindo seu bem-estar e inclusão na sociedade.


Matéria retirada do site http://www.reab.me/deficiencia-intelectual-o-que-e-e-como-tratar/ às 20h17 do dia 22/07

16/05/2014 por Ana Leite